P*** q P**** mas é complicado hein?
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Caramba. Tô dando voltas e voltas em cima de Ruby, ERuby e Ruby on rails, etc, e estou achando muito mais difícil de aprender que outras linguagens. Ainda que Ruby e Python sejam “simples” de aprender (não lembro onde eu li algo parecido com isso), “produtivas”, etc (como tanto observei nestes meus passeios pelo mundo Ruby e Python) essas linguagens estão muito atrás de PHP, e VB (citando dois exemplos, continue lendo com atenção sem se enrraivar…) no quesito “percursso fácil/acessível de aprendizagem para iniciantes”. Um abraço. Se um dia eu aprender estas trosobas eu começo a publicar os meus tutoriais como eu imagino que um iniciante gostaria de ler. [Este post foi corrigido após a publicação de alguns dos comentários abaixo, porque o autor observou que não foi tão bem entendido quanto desejava, com o texto do primeiro post ] JADDER |
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Aprendi a programar na faculdade(c, java), faz 1 ano. Agora estou aprendendo Ruby e Rails. De livro, tenho o do Estáquio, que me acomanha no transporte todos os dias(o livro ehehe). Eu pessoalmente, tenho encontrado bastante coisa e tenho encontrado facilidade. Isso que nunca tive contato com framework nem nada, só as coisas na unha mesmo eheheh Fora isso, vários pdfs da vida para tirar dúvidas :) E nos blogs pt-br, tenho achado coisas bem legais ;) |
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A grande maioria dos programadores ruby vem do java ou .net. E com certeza é uma mudança de paradigma para eles aprenderem esta nova linguagem. Você diz que não tem material. Mas existem livros muito bons, inclusive em português, como o do Akita, ou do Taq, conforme o Yue falou acima. Também xistem muitos blog falando do assunto. E temos até um tutorial/livro de graça na nossa lingua se desejar. Mais do que isto? A grande questão jadder, é que o ruby on rails não tem nenhuma grande empresa como Microsoft ou Sun investindo em propaganda e evangelização. Mesmo assim, temos muito material para começar, e como é natural com qualquer linguagem, primeiro em inglês. |
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Sei que todos nós temos um ‘algoritmo interno e pessoal’, os nossos padrões para tudo, para aprender, para andar, conversar, etc. Já passei por esta mesma fase e o mercado sempre nos pressionando para que nós humanos saibamos tudo e que a execução deste aprendizado ocorra mais rápido possível, é a era da sobrecarga. Não exitem mapas para território não explorados pela sua mente, mas sim a análise símbolica das coisas cognitivas já adquiridas. Se vc estiver predisposto a receber uma dica sobre linguagem, lhe indico que: aprenda resolvendo problemas reais faça algo, calculadora, controle de estoque, um software comercial, etc e principalmente open source, é a forma mais comunitária de desenvolvimento. Foque em paradigmas linguagem é só o meio e não o fim, o fim é a sua solução. Peço licença e que não me entenda mau ‘a comunidade não tem responsabilidade em lhe ensinar’ isso é problema seu. O imaster é uma empresa(veja os banners) e que por sinal tem um conteúdo bom e farto sobre TI. Já comunidade é isso aqui. Tenha fórum como um ‘centro comunitário’ e blog é uma forma de contribuir com as pessoas.
Isso é feito no blog ou em outros portais de conteúdo. Peço paciência conosco aprendizes de Ruby é uma linguagem relativamente nova para nós. Te espero aqui depois que sua anciedade passar um pouco. :) Boa sorte! obs.: o que é ‘sou formado em licenciatura’ ? |
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jadder, esse é seu 1° post aqui na comunidade, se vc esta com problemas, basta postar sua duvida aqui, o pessoal desta comunidade é fenomenal. A documentação sobre RoR é inferior a Java, Delphi, PHP e VB, pois é uma tecnologia muito nova, mas isso não quer dizer que seja fraca, existem muitos tutoriais e exemplos em português, é soh vc começar a acompanhar. E vc, um cara com “licenciatura”, e esceve um titulo de tópico como esse, creio que vc deva rever essa sua “licenciatura”. E mais, que moral vc tem para vir descendo lenha? esse foi o seu 1° post aqui na comunidade, vc não nos passou seu problema. Se antes de baixar a pomba gira, vc postasse seu problema, nos iríamos ajuda-lo, guia-lo. |
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Existem muitas formas de expressar uma coisa. Você escolheu a pior de todas. Quando você insulta, automaticamente você insulta nosso trabalho, nosso método e nossa concepção de solucionar problemas. Acho que é por isso, que nós desenvolvedores, defendemos com tanto afinco nossos métodos de programação. Conhecimento não reside apenas em tutoriais, livros ou artigos … nomeie-os. Está mais presente e forte nas pessoas. Eu aposto que se você tivesse abordado algum membro, com toda gentileza que uma pessoa deve ter, certamente eles te ajudariam na medida do possível. Agora, se você é introvertido e dificilmente consegue comunicar-se com alguém, começo a perceber que a origem do seu problema não é ruby, e sim outro. Dificilmente eu direciono uma mensagem à alguém, acho até válido sua reivindição, no entanto, com o teor do seu post, inaceitável por sinal, você acabou gerando mais descontatemento do que solução. |
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Complicado se fazer entender apenas através da escrita e de um post. Interessante a observação de vcs qto a ser meu primeiro post. Eu não vi problema algum, já que o post foi colocado adequadamente na seção “críticas”. Gostei bastante das respostas do Shairon Toledo, do Yue, Carlos Brando, foram reconfortantes e impulsoras, revitalizantes, para continuar insistindo nos estudos. Sinto muito que o antonio e o Marcelo Júnior não entenderam bem o que eu tentei apontar. Já passei por vários tutoriais e apostilas, incluindo as do Akita e do Taq. Achei muito positiva a filosofia da linguagem Ruby e também do Rails de “não repetir”, não fazer duas vezes a mesma coisa. Achei importante iniciar uma discussão para que entendam que seria muito bom que a comunidade tranferisse essa filosofia também para suas publicações voltadas para auxiliar os outros (isto é, aquelas que vc faz exclusivamente pensando em ajudar os outros). Não tenho nada a ver com o que o cara publica no seu blog pessoal. Mas quis dizer que “quando” se deseja ajudar colegas, então tente publicar algo com uma apresentação boa para iniciantes. Por exemplo: quem sabe não construímos um projeto de site, respeitando fluxo de informações, acessibilidade, conteúdo escalonado, downloads simples e exemplos, modelos de projetos voltados ao ensino e conquista de novas pessoas. Pq se é tão bom, então que todos saibam disso e que mais pessoas venham para o nosso lado. Outra hora eu continuo esta conversa. Um abraço para todos. |
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Vc não é o primeiro que não conseguiu instalar, mas é o primeiro que vem aqui chingando por não ter conseguido instalar. Todos gostam de ouvir respostas que nos apóiem, mas quem escreve um texto da forma que vc escreveu, deve estar ciente de que muitas pessoas não vão gostar, e vão lhe criticar, e vc como uma pessoa com licenciatura, deveria saber muito bem isso. Se não gosta de receber criticas, faça como todos nós, poste suas duvidas de forma coerente e educada. E quanto ao fato do 1° post, caso vc não tenha entendido, eu quis me referir que vc não nos consultou antes de sair descendo a lenha, simplesmente veio aqui e chutou o pau da barraca. No mínimo, como uma pessoa licenciada, vc deveria vir aqui, e discutir, trocar idéias, mas sem deixar cair o nível. Nossa comunidade esta crescendo, precisamos de todos, gregos e troianos, espero que esta discussão não o desestimule a continuar sua caminhada. Espero ver mais posts seus aqui, mas por favor, mantenha o nível. |
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Jadder, Evite tbm um comportamento comum em desenvolvedores PHP, Delphi e VB que é buscar um tutorial de como fazer algo copiar e colar para dentro do projeto. Tente primeiro aprender OO, depois Ruby, para depois aprender Rails. Tente primeiro ver o paradigma e conceitos por trás de ruby e rails. Evite, baseado apenas na sintaxe da linguagem ( e principalmente por que ela é diferente da sua antiga linguagem), pois as vezes essa sintaxe tem um motivo ou é inerente a uma filosofia adotada pela linguagem. Realmente ao mudar de paradigma é importante tentar estudar os conceitos e filosofias antes de por a mão na massa, para não cometer injustiças e conclusões equivocadas. |
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Interessante a observação de iniciar pela Orientação à Objetos. E, não! Este Tópico não é um xingamento. Pelo menos não contra ninguém. E, está lá no índice: “Sugestões ou Críticas – Deixa aqui uma sugestão para o RubyOnBr ou então solte o verbo e critique o que estiver ruim.” Este tópico é, para mim, uma opotunidade que eu tenho de observar a linguagem através da sua comunidade. Quando me responderam com segurança, firmeza eu fiquei com uma impressão. Quando me responderam sem propriedade, fiquei com uma impressão diferente. Na verdade eu tinha desistido de continuar em Python, e vim para Ruby/RoR. Ainda estou meio aqui, meio lá. Um abração para todos. Felicidades! |
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Oi Jabber, Eu entendo a sua frustração em relação á documentação. Também sinto falta de uma vasta documentação, explicando e exemplificando cada detalhe no framework. Mas Rails é muito novo e isso é extremamente compreensivel. Dificulta? Claro. Mas pelo menos te obriga a pensar mais, procurar mais, endender mais, ao invez de copiar e colar soluções prontas (vide o exemplo dos desenvolvedores PHP citados acima). Você usa como exemplo o VB. Eu também desenvolvi em VB. Realmente, até hoje se encontra muitos exemplos, livros, tutoriais e documentações diversas sobre VB na internet. Mas Ruby é um outro nivel. Basic nasceu para servir como instrumento de ensino, é natural que os iniciantes sintam-se confortáveis como ele. Mas não é um exemplo a ser seguido. VB é péssimo a longo prazo. A curta curva de aprendizado acaba destruindo a qualidade do código escrito pela maioria absoluta dos desenvolvedores VB. E falo isso como um profissional de desenvolvimento de sistemas q ainda precisar dar manutenção em aplicações escritas em VB. Infelismente estou percebendo que, embora em menor proproção, os desenvolvedores .NET estão indo pelo mesmo caminho. Foi por isso que escolhi, pelo menos nesse momento, aprender e trabalhar com Ruby e Rails. Somos precursores, tenho certeza. A semente ainda está sendo lançada. A comunidade sendo “construída”. A curva de aprendizado é mais íngrime, pois os conceitos são diferentes. Mas você verá que é compensador. Espero que não desista e use sua capacidade de retórica para promover a tecnologia. |
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A maior dificuldade no aprendizado de Ruby/Python seria devido à metodologia de Orientação à Objetos? Quando o estudante se apropria desse conceito ele começa a se desenvolver bem nas linguagens? |
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Um bom conhecimento de OO comcerteza irá lhe ajudar muito no aprendizado de Ruby, visto que ele é totalmente orientado a objetos. Mas caso o conceito de OO não esteja bem claro, com o decorrer do aprendizado, eu acredito que este conceito vai sendo esclarecido. ATUALIZADO: Com o decorrer do aprendizado do Ruby. ;] |
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Este é um ótimo guia para aprender Ruby, não chega a ser um tutorial, mas é bom para não ficar perdido. |
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Estou mexendo com ROR a uns 3 meses aqui na empresa, mas meus projetos principais são em .NET… Nunca tinha mexido com nada open source, e o que me faz mais falta, é a falta de centralização e visualização das coisas… Já instalei tanto plugin e gem, que se for pra eu formatar meu computador e montar o ambiente novamente, nem sei mais por onde começar… alguém tem alguma dica para facilitar a visualização disso? Sempre acho exemplos do que quero, mas sempre estão nos lugares mais improváveis, está tudo muito espalhado, e não é tão simples quanto pregam… O que pega, é que até agora, não vi nada no ROR que eu não conseguisse fazer no .NET… ainda não vi essa “diferença” que muitos dizem estar maravilhados… Hoje, estou emperrado em um deploy de um projeto, já peguei vários tutoriais de capistrano, vi como faz, mas pra um esquema que se intitula simples, até que é bem complicado… Não programo tradicionalmente no .NET… criei várias classes próprias que me ajudam mto no dia a dia, e isso facilita demais meu trabalho, pois eu e mais uma pessoa mantemos 10 projetos web GRANDES em mais de 50 clientes, e o telefone nem toca aqui… temos bugs? sim, claro, como qualquer linguagem, mas são resolvidos rapidamente. Muito se prega para foco nos TESTES, pois como é uma linguagem interpretada e não compilada, realmente tem que ter… Mas o que me mata, é que 90% do que os testes fazem, é o que uma simples compilação de um projeto em .NET aponta… aí pega na questão da produtividade… será q o tempo perdido nessas preparações, se for pra contar de verdade, não empata com a produtividade de outras linguagens? Minha maior vontade é programar naturalmente em ROR como faço hoje no .NET… e tomara que eu consiga… mas fácil, realmente não é não. Não sou defensor de nenhuma linguagem de programação, e nem curto discussões de “fanboys” seja da linguagem ou do assunto que for, o que quero expressar aqui é como está sendo a minha experiência com a linguagem, documentação e comunidade… e tomara que eu tenha muita ajuda, para um dia poder me unir ao pessoal que acha tudo simples, e poder ajudar a centralizar e facilitar de alguma forma a entrada de outras pessoas no mundo ROR :) E bora aprender mais pois ainda bem que o cérebro não tem limite de espaço… só é meio lento as vezes hehehe |
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Jean: Se os testes forem escritos para “pegar erros de compilação”, os testes estarão fortemente ligados à implementação, e podem quebrar facilmente (mudou a implementação, os testes param de funcionar). Eu acredito que os testes devem verificar apenas se o código está fazendo o que deve, e não testar a implementação. Dependendo de como os testes forem escritos, podem ser apenas testes de “sanidade” mesmo… acho que esse tipo de teste acrescenta muito pouco. Ah, e testes não são exclusividade do mundo Ruby, tem ferramentas pra muitas linguagens, inclusive compiladas. Acho que alguém te passou uma visão meio distorcida sobre testes ;). |
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Só estendendo um pouco o post do Luizão: Testes estão mais ligados ao que tu espera que tal classe faça, e não ao como tal classe faz tal coisa. Talvez tu esteja testando “errado”. ;) E testes estão disponíveis até para .NET com o NUnit e com a suite de testes da Microsoft, só dar uma olhada no VS2k8 que ele cria um projeto de testes para cada projeto que tu cria. |
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Trabalhamos com NUnit em um projeto aqui, e acredito que deva me aprofundar mais na questtão “testes” mesmo, pois, o que fizemos no NUnit aqui, foi meio que chover no molhado hehehe… Exemplo: Se uma função aguarda uma string e um inteiro, e tem que retornar um True, preparamos o teste pra fazer isso… Portanto, a não ser que tenha alguma alteração na qtde de parâmetros(que já é avisado pelo compilador) ou no retorno em si, nunca vai dar errado :s O “teste” em si, acredito que seria enviar os mais variados tipos de parâmetros para um processo, pois lá na ponta, os bugs e erros que nos pegam de surpresa são exatamente por dados e parâmetros inesperados que usuários colocam e a aplicação não está pronta para tratar. Testes até onde eu “entendia”, era testar o processo da sua aplicação, pra ver se corre tudo bema té o final, e tratar os possíveis erros que façam que o processo não se complete…. Pq enviar parametros prontos pra uma função que sempre vai retornar algo que vc espera, eu acho meio tosco hehehe… e foi isso que me foi passado em um primeiro momento… mas estou vendo que vai além disso… Estou começando a estudar sobre RSpec agora, e acredito que o conceito ficará mais claro. Uma coisa que já sei é que, pelo menos no ROR, sem o mínimo de testes, não dá pra dar 1 passo… O que eu quis dizer sobre testes no meu post, é que o conceito de testes do jeito q tem no ROR em si, não existia até um certo tempo e todos conseguimos viver sem, mesmo existindo as ferramentas pra isso. Em outras linguagens, principalmente as compiladas, até hoje, este conceito praticamente não existia… mas pra ROR é essencial para o andamento dos projetos, pois como a linguagem é interpretada, sem testes, é impossível outra pessoa entender seu código e mexer em 1 linha sem medo de detonar tudo. Já vi conceitos também de “criar os testes antes de desenvolver”, alguem trabalha assim? Acredito q seja assunto para outro post hehehe Pessoal, obrigado pelos feedbacks, e já peço desculpas já adiantado, pois vou encher muito o saco da galera a partir de agora :) |
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Jean:
Até um tempo conseguiamos viver sem placas de vídeo 3d, para que precisamos disso agora? ;) |
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Sobre a placa de video, eu naum consigo viver sem meeeesmo hehehe… Mas tem gente q nem sabe pra que serve… |
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É possível viver sem uma placa de vídeo, quando o computador fica desligado :) |
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Existia sim, só não era muito difundido. Testes são uma prática do XP, não do mundo Ruby… a comunidade Ruby só abraçou a idéia em massa =). Testes são mais uma questão de cultura, quem está acostumado não vive sem (igual a placa de vídeo heheh), independente da linguagem em que está trabalhando. |
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TESTE. TESTE. TESTE. TESTE. Parece o apocalipse. jadder, Acredito que descobriu que os blogs não são para leitores e sim para o próprio dono (com raríssimas exceções) não esquecer o que aprendeu, para guardar o que já aprendeu e está aprendendo, e guardar de uma forma que eles próprios entendam e não você. E há coisas que ainda irá aprender se continuar seguindo este caminho, como por exemplo, ROR tem muitas POGs ao contrário do que os apaixonados dirão. Você PODE viver sem TESTES (o que não quer dizer que eu não teste). O importante é continuar se movendo, aprendendo e evoluindo. |
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Falou tudo Kivanio :) O maior problema é o EXTREMISMO que está espalhado por aí. Não existe nada perfeito, e nem ultra mega superior do que todos as outras coisas, mas sim um novo modo de fazer as coisas, que se entendido e absorvido, trará muitos benefícios! Extremismo SUCKS! E parabéns pelo post! |
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Jean e Kiva: Então, extremismo de fato é uma droga, porém sem ele muitos conceitos (apps, whatever) não estariam emplacando. Não vejo nada de errado em uma posição extremista quando o alvo é uma boa prática e/ou algo que você ache bacana. Heck! Tem gente que defende Windows! Lembro-me do post (comentado depois pelo DHH) da Kate Sierra sobre a zona da mediocridade. Parafraseando-a: As posições extremas (amor/ódio) determinam se algo vai “pegar” ou não. Quanto a POGs no código do RoR, yep tem várias. Assim como em diversas coisas que todos nós já fizemos (fazemos?). |
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