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Artigo do Ronie

Acompanhar Artigo do Ronie 20 posts, 12 participantes

Avatar Ronie Uliana 891 posts

http://rubyonbr.org/articles/2007/01/19/comunidade-sarada-e-gordura-comunitria/

Poisé, me meti a besta de escrever também :) Que vocês acham da idéia?

 
Avatar Adriano Dadario 226 posts

Só espero que a turma que hoje ajuda aqui, não se encha o saco de tanto Ruby/Rails e parta para outra… :)

Pois temos sempre o hábito de sair de um lugar e não voltar mais se não chama mais atenção.

Vejo esta comparação por mim, ainda desenvolvo JAVA, mas procuro menos informações sobre a tecnologia, só o que vem a acrescentar para resolver problemas atuais.

Será que este seria um músculo que se arrebentou e virou gordura???

 
Avatar Ronie Uliana 891 posts

Acho seu caso é músculo migrante… Só precisa publicar mais coisas :)

 
Eu2 Carlos Eduardo 266 posts

Engraçado como isso parece religião, existem momentos quentes em que a pessoa topa tudo, ajudar, compartilhar e fazer amigos, existe ainda momentos em que a pessoa esta morna, onde a aparece lá de vez em quando, e existe aqueles momentos em que a pessoa não liga mais pra nada.

Comunidade é assim, quem planta colhe cedo ou tarde, mas colhe!!! Se cada um fizer sua parte não precisa ter uma comunidade de um milhão de usuários aqui no Brasil, basta ter pessoas dispostas a fazer a diferença, e amigos que não deixem esfriar o interesse do outro.

Em vez de ficar por ai fazendo Flaming com assuntos que não tem fim, ou só pregar o que você pensa, que tal aproveitar este tempo para criar algo Legal , ou traduzir textos bacanas? É mais sensato e criativo, assim todo mundo pode ter um ponto de apoio para se inspirar em suas criatividades e até mesmo poder fazer a diferença compartilhando o que você compartilhou…

Pense nisso….

 
Avatar Shairon Toledo 1413 posts

Parabéns Ronie.

Esse artigo seu e do Vitor refletem a mais cruel realidade. Criei um projeto open source em java chamado Formj para renderização de html,javascript,css,etc desde 2004 o resumo até hoje é o seguinte:

- Mais de 40 projetos nacionais(que a gente sabe), incluindo governo, ensino, empresas, etc

- Internacional tem mais de 15 projetos (que a gente sabe)

- De todas as centenas de desenvolvedores do mundo que comunicaram com a gente apenas 8 ajudaram de alguma forma no projeto sabe de onde? Usuários do exteriror principalmente de Itália e de Portugal. ZERO do Brasil.

Acho que os brasileiro-java tem a seguinte filosofia “Venha a nós o vosso reino seja feita a sua vontade(NUNCA)”
Não estou cuspindo no prato que comi mas dou graças a Deus por ser hoje um mecânico java( só consertando as coisas)
Não to tirando leite não mas essa comunidade aqui é melhor que várias que participei de java. Só de não ter aquelas perguntas “Qual o framework que vc usa?” “tá dando um erro de ClassNotFoundException”
Os caras tão parando de programar em java e virando operadores de framework!!.

Afi!

Não podemos cair em “tentação” de errarmos desta forma.

 
Eu2 Carlos Eduardo 266 posts

Show Shairon, é por ai…

“Quanto mais você da de si, mais querem o teu sangue, até chegar ao DNA.”

 
Avatar Shairon Toledo 1413 posts

Carlos, Para não ficar tão pejorativo vou chamar os caras do café de “vamps” :→

 
Avatar Ronie Uliana 891 posts

Sei lá, Shairon. Não acho que seja o ponto dessa ou aquela comunidade ou de ser “cultura de brasileiro” ou não. Acredito que é natural haver gente de todos os tipos conforme a comunidade vai crescendo. Aqui também, se essas coisas não existem, logo vão aparecer.

Acho que o que pode mudar é a atitude que cada um tem. Críticas são boas se acompanhadas de uma idéia de solução. Caso contrário, apenas ofendem os participantes. “Operador de framework”, se vc pensar bem, é o que fazemos com o Rails :)

Eu gostaria é que ao invés da gente se sentir injuriado com essas atitudes, a gente aproveitasse a oportunidade pra “cobrir as brechas”. Algo do tipo “se a comunidade brasileira não produz, bem, bolas pra comunidade brasileira e produzo eu”.

E parabéns pela iniciativa do FormJ, confesso que não conhecia.

 
Avatar Shairon Toledo 1413 posts

Desculpem estava em um momento emocional crítico.

 
Avatar Akita On Rails 298 posts

Kathy Sierra resumiu bem isso: você precisa fazer algo que estimule as paixões. Paixão tem os dois lados: Amor e Ódio.

Veja o novo iPhone: por um lado existem pessoas que vão deixar de pagar a faculdade só para ter o produto. Por outro existem pessoas que já estão estraçalhando o produto: não tem 3G, não pode instalar aplicativo, pode não ter Java, é caro por pouco, etc. etc.

Se seu produto não estimular a paixão das pessoas, ninguém dará atenção. David Hansson um dia mostrou o slide “Fuck You” no Canada on Rails. Metade das pessoas adoram o cara como se fosse o Dalai Lama, a outra metade odeia o cara.

Veja Django: um excelente produto, mas não estimulou a paixão. No lugar dele as pessoas prestaram atenção ao Rails. Marketing faz MUITA diferença. Há quem pense que não, mas o mundo é movido a marcas: Nike, Apple, Coca Cola, Mc Donalds, Google, Yahoo!

Comunidades se juntam em torno de figuras carismáticas. Faz parte da mente humana ser crente, acreditar. Ceticismo exige mais disciplina. Tecnologia também é uma religião: existem dogmas (usais Design Patterns, usais EJBs), tem messias (James Gosling, Linus Torvalds), tem igrejas (consultorias, websites, eventos, etc), tem seguidores (programadores). E em várias outras áreas isso também é verdade.

Normalmente eu sou extremamente cético. Me dou ao luxo de ser um pouquinho mais “fã” em coisas como tecnologia. Mesmo assim, apesar de adorar Rails, apesar de adorar Apple, sou pragmático e uso Windows e Java na mesma medida. Ceticismo é a chave. Avaliar além do que a maioria “acredita”.

No fim, não existe nada que deva ser “acreditado”. A fé é a sucumbição da mente ao pensamento. Por mais que Rails seja excelente, temos que ter o pé no chão de que ele pode melhorar. Se não melhorar, não devemos nos decepcionar: não é o fim do mundo. Enquanto houver mercado e houver necessidades, sempre haverá alternativas.

Em tecnologia, quando as pessoas apostam cegamente em alguma coisa, em pouco tempo temos algum grande Crash. A era das dot.com foi assim. Nos anos 80 foi o Crash dos videogames na era Atari. Assim como a bolha da Tulipas nos Países Baixos, no século 16.

Foi como escrevi em Evolução pela Concorrência. Imitando a natureza, a tecnologia também passa por um processo de Seleção Natural Darwiniano.

Resumindo, a popularidade de qualquer coisa será proporcional ao estímulo que ela causa – normalmente via marketing – nas pessoas. Essa popularidade pode crescer até se tornar uma bolha ou até atingir um ponto de queda e equilíbrio – sim, tudo sofre uma queda, a questão é se ela pára e estabiliza (Java) ou espatifa.

 
Avatar Akita On Rails 298 posts

Falando em Brasil e iPhone isso me lembrou de outra coisa. A Veja dessa semana cobriu o iPhone e disse algo parecido com isso na introdução: “… durante o desenvolvimento do iPhone a Apple fez mais de 200 patentes, somente para esse produto … mais do que o Brasil inteiro patenteou em um ano … semana passada um juíz bloqueou o YouTube por causa da Cicarelli … Feliz uma nação que permite brotar coisas como um iPhone e um YouTube … pobre do país que bloqueia um YouTube”.

Não sei quanto aos dados de patentes, mas não me assustaria se isso fosse verdade. O Brasil não tem prioridade em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento). É exatamente o contrário de países que, até os anos 50 ou 60 era miseráveis (Coréia do Sul, Cingapura, China, Índia) e como eles estão hoje: anos luz do que o Brasil está, e muitos deles partiram de posições muito piores do que as nossas.

Pegar fatos distintos e tentar colocar um argumento de causa e efeito é perigoso, do tipo “choveu hoje porque fiz a dança da chuva ontem”, tenhamos cuidado, mas é difícil olhar para esses países e não pensar assim.

 
Logo_eiq Kivanio 230 posts

Fábio Akita,

me permito dar um pitaco nesta questão pois estou muito envolvido com essas questões no momento.

Quanto as patentes do IPhone, é possível sim este número de patentes, e isso pode ser constatado entrando no site de patentes do governo americano e procurar pela Apple, um caso bem conhecido é o prestobarba mach 3 da gillete, que levou alguns bons anos de pesquisa(entre 5 e 10), custou cerca 1 bilhão a gillete, gerou o revolucionário mach 3 com três laminas, e deste produto a gillete tirou cerca de 120 patentes, isso mesmo, 120 daquele barbeador que hoje usamos, e devido a este fato, o custo do barbeador é tão caro, pagamos royaltes de todas estas patentes. tentem procurar 120 partes no barbeador hehe

Isso acontece pois como você citou a política destas empresas é justamente esta, pesquisa, desenvolve, patenteia e solta no mercado, é bem provável que tenhamos celulares melhores que o IPhone “escondidos” por ai, e somente serão revelados após concedidas as devidas patentes, se não sair a patente, é muito provável que produto jamais chegue ao mercado, pois a única forma de gerar receita é através da patente.

O Brasil tem mudado neste sentido, apesar de como sempre devagar, e ter permitido coisas bizarras como empresas internacionais patentearem a nossa rapadura, cupuaçu e açaí, isso mesmo, se você quiser vender rapadura no exterior você terá que pagar royaltes a uma empresa, estes produtos especificamente, estão em processo no tribunal internacional, o Brasil ganhou a causa da rapadura, mas teve recurso e o embrólio continua, porem existem outros tantos exemplos.

E é difícil que o Brasil recupere a maioria, pois a lei internacional, protege quem patenteou primeiro, ou seja, o Brasil marcou, outro pegou!

Bom, há também recursos, como no caso AIDS em que o ministro Serra, quebrou a patente das drogas que fazem parte do conquetel no Brasil, permitindo que o Brasil pudesse fabricar o remédio, mas estas soluções só funcionam no mercado local, pois externamente a lei muda, pois a mesma patente pode ser concedida em cada país há alguém diferente, a não ser que entrem com pedido no órgão mundial de patentes, o que é bem caro.

Há países em que patentes são concedidas em até 2 anos, porém no brasil, leva cerca de 10 anos, imaginem esperar 10 anos para lançar um produto, este certamente já vai estar obsoleto, além de o empresário perder totalmente o estímulo em fazer novamente(O INPI, tem se modernizado, migrado tudo para web, e tem a meta de chegar a 4 anos máximo de tramite).

Mas fazem cerca de 2 anos que o Brasil tem uma lei de inovação, que dentre outras questões, criou alguns financiamentos, amparo legal, e liberou as universidades públicas para trabalharem com a iniciativa privada, ou seja, a partir da lei, é permitido que uma universidade faça contratos com empresas para trabalharem juntas, que patenteiam produtos, enfim que gere receita para a universidade, modelo que funciona em vários países, e isso tudo era proibido antes de 2004, o que gerava grandes problemas, como a venda de patentes brasileiras a estrangeiros no mercado negro, fazendo com que o Brasil perdesse várias boas pesquisas.

O número de publicações brasileiras vem subindo, porém elas não se refletiam em lucros para o brasil antes da lei de inovação, devido ao que citei acima, e devido a um detalhe técnico que a maioria desconhece, um produto ou processo, só é considerado inovação quando é lançado no mercado, até então ele é somente um invento ou melhoria de algo existente, ou seja, se universidade desenvolver algo, ela simplesmente guardava para si, ou publicava em repositórios internacionais, permitindo que qualquer um pegasse a pesquisa e pedisse patentes(existem pessoas especializadas nisso e que são pagas por governos e empresas estrangeiras), imaginem o estrago que isso fez ao nosso país.

Isso acontecia, pois a lei que existia era que se um pesquisador da universidade, fizesse um trabalho, ele deveria publicar em sites externos, e para cada artigo, pesquisa publicada nestes sites, o pesquisador ganhava pontos, e grana do governo, ou seja, o Brasil pagava para um pesquisador dar sua pesquisa para alguém no mundo publicar, além de não patentear ainda pagavammmmm(calma kivanio).

Estas coisas aconteciam infelizmente, mas a lei de 2004, promulgada em 2005, mudou este cenário, hoje o pesquisador é obrigado a patentear todas as suas pesquisas, antes de publicar em qualquer lugar no mundo, hoje o pesquisador pode trabalhar em uma empresa privada pesquisando, hoje este pesquisador pode fazer um contrato com uma empresa(A empresa é necessária, pois somente ela pode colocar um produto no mercado) onde ele pode ganhar até 1/3 do valor da patente, ou seja, grana na mão do pesquisador, da empresa, e do Brasil.

A maioria dos estados já tem sua versão da lei de inovação, apesar de nova e estar sendo bastante debatida, ela vem mudando o cenário brasileiro, e pode dar um impulso para o Brasil finalmente entrar no jogo internacional.

Sem mais delongas, pois já me excedi, quem quiser mais informações a respeito, pode acessar o portal do MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia www.mct.gov.br e ter acesso a todos os materiais, desde a lei, a indicadores de como o Brasil está situado no momento no mundo, mas já adianto que está por volta da posição 50, muito atrás de países como Singapura, Coréia, China, e alguns da África.

Ou estou por aqui para quiser saber mais e eu puder responder.

Kivanio.

 
Avatar Vinícius Teles 27 posts

Com relação às patentes do iPhone, assisti ao Keynote do Steve Jobs e tem um dos slides em que ele fala explicitamente que mais de duzentas patentes foram criadas para o iPhone.

 
Avatar Shairon Toledo 1413 posts

Sobre o artigo e alguns posts desta thread. Não temos que mudar somente as leis mais também a nossa cultura informática.

 
10201543577576e12-vitorpamplona Vitor Fernan... 18 posts

Poisé galera,

Depois de 3 anos puxando o JavaFree e com muita dificuldade obtendo retorno da comunidade, eu realmente estou decepcionado em como as coisas funcionam. A falta de vir atrás, pedir para participar, pedir para ajudar é impressionante.

As vezes eu acho que é culpa da Sun, sem saber, ela criou uma certa antipatia com a comunidade Livre. Já vi um monte de gente pensar assim, principalmente durante o FISL: "Sun, para a gente ajudar no Java precisamos passar os direitos autorais para vocês, enfrentar uma série de burocracias e ainda dar o nosso precioso tempo. Sendo assim, prefiro continuar com meus direitos e ajudar outro projeto. Querem mandar, burocratizar, “se proteger”, então façam tudo sozinhos.". Assim, os músculos que trabalhavam acabaram enchendo o saco com essas picuinhas da Sun, e acabaram sumindo do mapa, sobrando apenas a gordura.

Mas o principal problema é a dificuldade de transformar gordura em músculo. Conquistar substitutos. Como a maioria das pessoas quer somente aparecer, acabam gerando conteúdos não tão bons mas mesmo assim cumprem com o objetivo, aparecem.

Mas é a vida.. seguir em frente sempre pensando em novas atrações.

 
Avatar Shairon Toledo 1413 posts

Pra esquentar.

“Acho que Java teve uma visão depressiva do mundo a partir do dia um. Que programadores são estúpidos e precisam ser protegidos deles mesmos. Conceberam uma linguagem para outros usarem em vez de uma linguagem para eles mesmos. …”

David Heinemeir Hansson, na entrevista no livro do Akita.

 
Avatar Aguinelo Ped... 19 posts

Pois é galera, as comunidades andam muito desunidas, ainda bem que esse não é o caso do RubyOnbr, venho do PHP, frustrado com as comunidades e acho que encontrei uma nova familia aqui, pois apesar de ser novo tenho recebido muita ajuda e vou retribuir assim que tiver condições técnicas em ROR..

Valew

 
Avatar Silfar 34 posts

Eu também acompanhei problemas em comunidades, uma em postgresql uns dos principais moderadores saiu da lista porque tinha muitas perguntas básicas, e recentemente um episódio triste na lista de flex, o Igor cometeu um erro, que ao meu ver poderia ser remediado, e isso causou um flamewar, para ser modesto, pois na minha opinião foi uma briga de rua. Uma coisa lastimavel, os egos se incharam mais do que um balão em época de são joão. Uma coisa lastimável mesmo.

Também concordo com o Akita com o exemplo do Django, é uma ferramenta bem interessante, mas acho que a comunidade Python não deu o devido valor sem falar na briga com o TG.

Uma das coisas que me atraíram muito a comunidade Ruby/Rails. É que mesmo tendo pessoas extremamente competentes e ocupadas sempre estão dispostos a ajudar, com a maior paciência, que o diga o Carlos Eduardo :P.
Aqui não tem a arrogância de outras comunidades.

Gente continuem assim,
um grande abraço.

 
Avatar Marllon 128 posts

ao meu ver.. oque falta nas cmunidades grandes (à respeito de java, .net, php e alguns bancos de dados) é a humildade que só encontro aqui…

disseram a pouco
bq. “É que mesmo tendo pessoas extremamente competentes e ocupadas sempre estão dispostos a ajudar, com a maior paciência, que o diga o Carlos Eduardo :P. Aqui não tem a arrogância de outras comunidades.”

e isso é verdade.. nenhuma outra comunidade é tão “unida” como esta aki..

pode ser que eu esteja me adiantando, pois o forum tem quantos usuários hoje?? 1000?? se tiver…

os foruns de java que venho tinham muito mais usuários, o guj é um exemplo que tem mais de 1000 posts por dia.. mais de 300 topicos e muitas outras coisas.. mas por picuinhas os bons todo-poderosos arrogantes se irritam com perguntas do tipo “onde eu encontro material sobre swing?”… sempre vem respostas www.google.com.br?search…;
ou então “já tentou ou site oficial? antes de pedir procure!!”… acho que para qualquer comunidade que está crescendo ou já tem tamanho e opinião formadas é preciso humildade, discernimento, clareza e esperteza de todos..

acho que o que acaba com qualquer comunidade é justamente essa arrogancia de quem já sabe mais que os outros.. os novos desenvolvedores se sente um lixo, os novos programas, por terem respostas prontas se tornam um lixo desvalorizando o mercado e os programas competentes e a comunidade acaba ou diminui por que o interesse morre, seja por falta de interesse mesmo ou porque as pessoas percebem que são desvalorizadas… tanto pessoalmente dentro da comunidade como profissionalmente à respeito dos preços dos softwares que vc sofre (em alguins casos) pra fazer…

bom eh essa minha opinião…

 
2023858965470a9a7fe1dea Demoncyber 10 posts

Parabéns Ronie Uliana pelo seu texto, te garanto que graças a ele acabas de ganhar um companheiro de comunidade, estou iniciando mas espero logo poder contribuir de alguma forma com a comunidade.

Sou sincero que sou muito fan de comunidades musculosas porque hoje convivemos com um grande problema na internet, o grande volume de gordura saturada produzida a cada dia, as pessoas cada vez mais estão de certa forma poluindo o mundo virtual, dentre os muitos problemas temos virus, posts inuteis, dúvidas que são postadas que são respondidas com o primeiro link do google com as palavras da dúvida da pessoas, em um mesmo fórum 100 respostas para a mesma dúvida, sem contar as inumeras pessoas que somente querem sugar em vez de pesar entre sugar e o contribuir.

Mas com o post que li seu, e os comentários vejo que esta é uma forte comunidade ( sou sincero que estava pensando em primeiro aderir a comunidade gringa do ruby ( pq dei uma comparação do material em ingles do ruby na wikipedia e o portugues ) ), mas fico feliz em perceber que a comunidade brasileira é forte.

Assim que passar umas 40 horas lendo ruby vou fazer um depoimento sobre meu apredizado, esta acho que vai ser minha segunda contribuição, já que essa foi a primeira, a com certeza também vou indicar o post e mandar para uma lista de amigos.

Parabéns!!

Referência:

1Ruby Programming Languagem)

2Ruby linguagem de programação


Editado: Correção dos links